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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Conflito Colômbia e FARC

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Vídeo de como fazem a cocaína

Conflito Israel e Palestina

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Sites interessantes para a Geografia

Mapas interativos
Postado Por Ricardo Carvalho Em 30 de julho de 2010 (15:00) Na Categoria Carta na Escola
É possível percorrer o mundo e conhecer as características geológicas, políticas e econômicas de diversos países usando apenas um mouse

O desenvolvimento das novas tecnologias da informação permitiu que uma série de suportes fosse trabalhada em sala de aula. Com a internet, educadores têm acesso a ferramentas gratuitas que auxiliam suas atividades na classe. Especificamente na área de geografia, estão espalhados sites pela web que disponibilizam gráficos, cartografias, dados populacionais e indicadores sociais, permitindo uma análise comparativa de geografia física e política entre todas as regiões do mundo. Com um adicional: as grandes possibilidades de manipulação e interação com todos os dados apresentados.
O professor de Tecnologia Educacional Jarbas Novelino Barato indicou em seu blog (jarbas.wordpress.com) alguns sites que contêm material com curiosidades de geografia física e política. O grande diferencial, diz Novelino, está na quantidade de recursos interativos nesses portais. “O aluno não vai apenas ver informação, mas ser ativo”, afirma. O site StatPlanet (www.sacmeq.org/statplanet/StatPlanet.html), por exemplo, é constituído de um mapa político do mundo em que os mais diversos indicadores socioeconômicos aparecem na medida em que o usuário passa o mouse pelos países. Assim, é possível comparar a diversidade linguística do Brasil, onde existem mais de 193 idiomas existentes, e a Espanha, com pouco mais de 20.
Outro portal sugerido por Novelino é o IBGE Países(www.ibge.gov.br/paisesat/­main.php), que conta com a vantagem de ser em português. Parecido com o StatPlanet, o IBGE Países fornece dados curiosos de países, como o número de linhas telefônicas na Coreia do Norte (4,97 a cada 100 habitantes) em contraponto ao da França (56,42).
Essas tecnologias dão aos professores meios para que proponham atividades de análise de dados entre seus estudantes, podendo criar quadros comparativos entre várias nações. “O professor pode comparar dois países produtores de petróleo, como Angola e Tunísia, e pedir que os alunos levantem a renda per capta e o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de cada um”, exemplifica Novelino. Com isso, um debate seria promovido sobre as razões pelas qual o PIB por habitante angolano e o tunisiano serem próximos (3.068 e 3.390 dólares, respectivamente) e haver grande disparidade entre os IDH (0,564 e 0,769).
Há também portais interativos na web que trazem dados mais específicos, como número de nascimentos e falecimentos por minuto e quantidade de carbono liberado na atmosfera por país. Além de outros que exploram recursos visuais diferenciados, como o WordlMapper (world­mapper.org). Este, em vez de disponibilizar apenas dados numéricos, recria os mapas de acordo com os indicadores. Assim, ao selecionar a opção População Total Mundial, países como Índia e China aparecem com uma área proporcional às suas populações, tornando-se muito maiores do que as outras nações.
Para permitir que você, caro professor, desenvolva algumas dessas atividades com seus alunos, selecionamos sites que, além de trazer informações interessantes sobre geografia, permitem grande quantidade de recursos e interação.
Ambiente, sociedade e história (em espanhol)
O site Guia El Mundo (guiadelmundo.org.uy/cd/countries/index.html) lista indicadores por país, mas possui um formato diverso. Ao invés de um mapa-múndi interativo, há uma ferramenta de busca que leva o visitante à página reservada a cada Estado. Apesar de não ter tantos dados quanto o StatPlanet, o portal apresenta um resumo da história, ocupação e composição étnica de cada nação.
Mapas e animações (em inglês)
O Worldmapper (www.worldmapper.org) possuí mapas
com tamanhos reajustados de acordo com o indicador selecionado. Ao escolher o link “Usuários de internet em 2007”, os Estados Unidos, Europa e parte da Ásia aparecem extremamente grandes, enquanto África, Oriente Médio e América Latina diminuem.
Indicadores socioeconômicos (em inglês)
O StatPlanet (sacmeq.org/statplanet/StatPlanet.html) é um completo site de geografia em inglês que disponibiliza diversos dados e indicadores socioeconômicos por país. Além de fornecer estatísticas de demografia e população, acesso a tecnologias digitais, economia e desenvolvimento, educação, meio ambiente e energia, saúde, política e língua, o StatPlanet possuí gráficos que mostram as variações dos dados nas últimas duas décadas. Assim, é possível ver o crescimento da expectativa de vida no Brasil, que era de 67 anos, em 1990, e atingiu 72, em 2006.
Indicadores socioeconômicos (em português)
Com menos recursos do que o StatPlanet, o IBGE Países
(ibge.gov.br/paisesat/main.php) conta com o adicional
de ser em português. Assim como o anterior, basta clicar sobre o país para conhecer dados populacionais, indicadores sociais, economia, redes de comunicação e meio ambiente. Ao lado de cada subitem (IDH, presente na aba de indicadores sociais, por exemplo), há o link “Dados do Mundo”, que organiza uma tabela com as informações listadas por nação.
Emissão de carbono (em inglês)
O BreathingEarth (breathingearth.net) é um mapa online mais específico. Ao passar o mouse pelos países, o usuário recebe informações sobre população e emissão de carbono. Ao selecionar o Brasil, o internauta vê que uma pessoa morre a cada 25,3 segundos, enquanto um nascimento ocorre a cada 8,6 segundos. Já na emissão de CO2, o País libera mil toneladas a cada 1,6 minuto, uma média de 1,69 tonelada por pessoa ao ano.
Emissão de carbono (em inglês)
Este mapa, encontrado no link www.washingtonpost.com/wp-srv/special/climate-change/global-emissions.html, é produzido
pelo jornal norte-americano The Washington Post e traça um histórico das mudanças climáticas ocorridas nos últimos 50 anos. É possível ver como a China saiu de um distante 7º maior emissor de carbono, em 1950, para o maior poluente em 2006.

domingo, 26 de setembro de 2010

Secretário-geral da ONU diz que mundo não freia ritmo de extinção de animais e vegetais

DA FRANCE PRESSE
O mundo não consegue frear o ritmo com que as espécies animais e vegetais desaparecem, advertiu nesta o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, em uma reunião sobre biodiversidade durante a cúpula das Nações Unidas sobre as Metas do Milênio em Nova York, nesta semana.
"A degradação da diversidade acelera-se no mundo", enfatizou Ban aos líderes reunidos na sede da ONU. "A razão é simples: as atividades humanas, de vocês, minhas, as de cada um (...). Muita gente continua sem entender as consequências dessa destruição", completou.
Kimamasa Mayama/Efe
Secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, diz que mundo não entende consequências da degradação da biodiversidade
Secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, diz que mundo não entende consequências da degradação da biodiversidade
Relatórios recentes advertem que o ritmo natural da extinção de espécies multiplicou-se por mil devido à atividade humana e também às mudanças climáticas, mas a comunidade internacional tinha se comprometido a reduzir o ritmo da perda de espécies e habitats até 2010, declarado o ano internacional da biodiversidade. "A meta para 2010 não foi alcançada", disse Ban.
O secretário-geral também advertiu que na convenção sobre diversidade biológica em outubro na cidade japonesa de Nagóia, os representantes de 193 nações deverão discutir a distribuição equitativa das responsabilidades sobre os recursos naturais e seus benefícios.
Um plano estratégico com as nações de economias emergentes deve "garantir transparência, segurança jurídica e previsibilidade para quem busca acesso aos recursos, assim como distribuição justa e equitativa dos benefícios derivados deles", advertiu, por sua vez, o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso.
A ministra brasileira do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, pediu para divulgar mais a importância de conservar as espécies animais e vegetais.
"Precisamos de um pacto em Nagóia", disse Teixeira, que instou os líderes mundiais a "elevar o perfil da biodiversidade e galvanizar a vontade política e o compromisso de todos os países".
"Não seremos capazes de mitigar a mudança climática nem de nos adaptar a seu impacto, nem de prevenir a desertificação e degradação dos solos, se não protegermos nossos ecossistemas e biodiversidade", enfatizou Barroso.

geocontexto: Revolução Mexicano e reforma agrária

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geocontexto: A industrialização do México

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terça-feira, 21 de setembro de 2010

Equipe de cientistas constrói câmera para observar 300 milhões de galáxias


El País
Alicia Rivera
Madri (Espanha)
  • Imagem feita pela sonda Wise, da Nasa, mostra a galáxia Messier 83, também chamada de Catavento do Sul Imagem feita pela sonda Wise, da Nasa, mostra a galáxia Messier 83, também chamada de Catavento do Sul
Quando os cientistas tropeçam numa surpresa, em algo que não compreendem, não ficam de braços cruzados, extasiados, mas imediatamente começam a inventar experimentos e observações para vencer o mistério, mais ainda quando se trata de uma descoberta que altera em grande medida o conhecimento que se tem da evolução do universo. Trata-se da energia escura, cuja existência era desconhecida há pouco mais de uma década e que agora atrai a atenção dos cosmólogos do mundo todo. Não era para menos: segundo as observações mais precisas realizadas, a energia escura constitui 72% de todo o universo e não se sabe o que ela é e a que leis obedece, mas está presente e é observada.

Para tentar esclarecer sua natureza, meia dúzia de câmaras astronômicas especiais estão sendo preparadas. Uma ficará pronta no próximo ano. Ela está sendo construída nos EUA e os astrônomos captarão com ela cerca de 300 milhões de galáxias, algumas tão antigas que emitiram a luz que chega agora à Terra logo no início do universo, poucos milhões de anos depois do Big Bang. O projeto se chama Dark Energy Camera e participam especialistas de vários países, incluindo a Espanha.

“Nosso objetivo principal é determinar a natureza da energia escura”, explicou recentemente Josh Frieman, diretor do projeto DES, que está fazendo a câmera norte-americana, no Centro Pedro Pascual de Benasque (Huesca). “A energia escura tem dois efeitos nos quais nos basearemos para investigar sua natureza: acelera a expansão do universo e modifica a velocidade com a que se formam as galáxias, e isso, por sua vez, afeta o número de galáxias e sua distribuição no espaço. Assim, contando as galáxias e medindo sua distribuição, obteremos pistas sobre o que ela é.”

Essa aceleração foi, efetivamente, a primeira pista que duas equipes de astrônomos encontraram há 12 anos. Até então, a cosmologia dizia que o universo, que está em expansão há 13,7 bilhões de anos, se expandiria cada vez mais lentamente devido à ação gravitacional de sua própria matéria. Mas em 1998, descobriu-se que na realidade está acontecendo justamente o contrário: o cosmos se expande agora mais depressa que antes. Como é possível? O que provoca este fenômeno? Ninguém tem a resposta e, enquanto isso, observações confirmaram essa aceleração. Se isso parecer um pouco estranho, nos primeiros 8 bilhões de anos a expansão foi desacelerando, como era de se esperar devido à ação gravitacional de sua própria matéria, mas depois a coisa mudou e começou a acelerar.

“A resposta está na energia escura, uma misteriosa força antigravitacional, de maneira que, quando o universo era jovem, a gravidade dominou, mas com o tempo, a matéria se dispersou o suficiente para que essa atração entre as galáxias diminuísse e a energia escura começou a dominar, uma força repulsiva que supera a atração da gravidade e faz com que as galáxias se distanciem entre si mais rapidamente”, explica Kristine Crane na revista Symmetry.

As explicações para este fenômeno são buscadas em várias direções, incluindo a ideia de Albert Einsten de uma constante cosmológica que teria precisamente esse efeito de repulsão gravitacional e que ele mesmo rejeitou. Outra hipótese, por exemplo, recorre a uma dimensão espacial extra para acelerar a expansão.

A câmera DES que é fabricada nos EUA (no Fermilab, Chicago) verá mais galáxias a grandes distâncias no universo do que qualquer outro programa de observação até agora, afirmam seus responsáveis. Ela tomará dados de supernovas longínquas (o que informa sobre a distância das galáxias em que estão), sobre os grupos de galáxias em grande escala e sua abundância e sobre a curvatura que provocam na trajetória da luz. “Vamos cartografar a distribuição das galáxias desde a situação atual até o universo de quando tinha poucos milhares de anos”, disse Joe Mohr em Symmetry.

Do universo primitivo, de quando tinha apenas 380 mil anos, os cosmólogos têm mapas, e o último foi o que o telescópio Planck fez, da Agência Europea do Espaço. E foi o estudo da radiação deste universo primitivo o que permitiu calcular que a energia escura representa 72% do cosmos, enquanto o resto é de matéria ordinária (5%) e matéria escura (23%).



A câmera DES (com participação de 120 especialistas dos EUA, Brasil, Espanha e Reino Unido), custa 39 milhões de euros e têm 74 detectores CCD (cada um de 3x6 centímetros), é montada sobre uma placa de meio metro de diâmetro. Para ver a luz infravermelha, os sensores funcionarão a cem graus abaixo de zero. Quando estiver terminada será instalada num telescópio no Chile.

“No DES participam espanhóis de várias instituições”, diz Juan García-Bellido, físico teórico da Universidade Autônoma de Madri, citando também a Ciemat, o Instituto de Física Altas Energias (Barcelona) e o Instituto de Estudos Espaciais da Catalunha. “Além disso”, nesses centros são feitos componentes importantes da câmera, como a eletrônica de transmissão de sinais desde os CCD até o registro de dados e parte do sistema de criogenia”. Mas os espanhois também estão desenvolvendo outra câmera similar à do DES, “que terá uma maior resolução e com um maior número de filtros), explica García Bellido. Trata-se de um projeto de detecção de energia escura que sofreu reajustes de pessoa e de objetivos.

Aos cientistas ocorreu também outras estratégias para abordar a energia escura, como estudar o chamado efeito BAO (oscilação acústica bariônica), e já estão desenhando, também nos EUA, outro detector específico.
Tradução: Eloise De Vylder

Paquistão rural pego entre enchentes extremas e seca

23/08/2010 - 00h01

Financial Times
Matthew Green
Em Sukkur (Paquistão)
  • Meninas carregam galão de água potável no Paquistão após inundações. País sofria com as secas e agora sofre com as chuvas em excesso Meninas carregam galão de água potável no Paquistão após inundações. País sofria com as secas e agora sofre com as chuvas em excesso
O Rio Indo não foi gentil com Mohammed Maitlo. Sua fazenda de quatro mil metros quadrados no Paquistão recebeu tão pouca água neste ano que sua plantação de trigo ficou atrofiada. Então o rio extrapolou suas margens, destruiu sua casa e colocou sua família junto a milhões de desabrigados pelas enchentes trágicas.

A história de Maitlo é repetida por centenas de milhares de agricultores e camponeses por toda a província de Sindh, no sul, onde até poucas semanas atrás as pessoas estavam preocupadas com o agravamento da escassez de água.

“A situação estava piorando a cada dia”, disse Maitlo em uma escola na cidade de Sukkur, que serve como refúgio para pessoas que fugiram das enchentes. “Nossa terra está se tornando desolada.”

A capacidade do Paquistão de gerir seus recursos de água cada vez menores poderá ajudar a determinar se o país dotado de armas nucleares, atormentado pela pobreza e pela insurreição islâmica, começará a prosperar ou enfrentará agravamento da instabilidade.

“A escassez de água é um dos maiores desafios enfrentados pelo Paquistão”, disse F.M. Mughal, um especialista em sistemas de água em Sindh. “A menos que o governo faça algo, nós veremos um grande número de pessoas afundar ainda mais na pobreza.”

Antes da enchente, o Indo era pouco mais do que uma poça de lama em partes de Sindh, forçando os agricultores a depender cada vez mais de águas subterrâneas salinas que minam a fertilidade do solo.

Os agricultores apontam para o desvio das águas rio acima, para as fazendas na província do Punjab, o coração agrícola do país. Padrões de propriedade distorcidos colocam grande parte das terras de Sindh nas mãos de uma elite, que obtém uma parcela desproporcional das águas distribuídas por meio de um sistema de irrigação rotativo.

O derretimento das geleiras do Himalaia exacerba a escassez no Paquistão, como alerta um relatório de 2009 do Centro Internacional Woodrow Wilson para Acadêmicos. O Banco Mundial diz que o Paquistão enfrentará uma “assustadora” queda de 30% a 40% na vazão de seus rios em 100 anos.

O resultado é que o Paquistão pode estar mais propenso a seca e enchente. Quanto mais água é desviada para as fazendas, a velocidade média da vazão cai, depositando sedimentos nos leitos dos rios. Canais mais rasos são menos capazes de lidar com chuvas repentinas, aumentando o risco de enchentes extremas.

Nas semanas antes das enchentes, os agricultores marcharam pelas aldeias em Sindh exigindo acesso à água. Aqueles que são incapazes de obter lucro estão recorrendo cada vez mais ao banditismo ou migrando para as favelas nas cidades.

A Sindh rural provou ser mais resistente à ideologia radical islâmica que tem alimentado a insurreição taleban no noroeste. Mas no Punjab, os pobres representam um pool de recrutas para grupos militantes como o Lashkar-e-Taiba, culpado pelos ataques de 2008 a Mumbai.

Em muitas áreas, as pessoas perderam a fé na capacidade da coalizão de Asif Ali Zardari, o presidente, de livrar o sistema de abastecimento de água da ineficiência e da corrupção. “Nós estamos destacando cada problema, mas não recebemos resposta”, disse Moinuddin Shaikh, da Sociedade Civil de Sukkur, um grupo de pressão.

O debate sobre o assunto se estende à capacidade das muitas camadas do governo de abraçar a mudança, a construção de represas e a recuperação de sistemas de irrigação que perdem até 70% da água para evaporação e infiltração.

“É uma questão crítica, mas solucionável”, disse Daanish Mustafa, um especialista em água e um professor sênior do King’s College London. “Mas é necessário o tipo de imaginação e criatividade que a burocracia de água paquistanesa não tem.”

Aguardando pelo recuo das águas das enchentes, Maitlo obtém algum consolo com a crença de que o Indo cheio revitalizou o solo exaurido com uma dose de minerais, dissolvidos sob sua superfície amarronzada.

Se o Paquistão poderá usar a enchente para recuperar seu relacionamento com seus recursos de água cada vez menores é algo menos certo.

Tradução: George El Khouri Andolfato

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

A geleira que sangra - Superinteressante

A geleira que sangra - Superinteressante

PPS - Escandinávia

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Professor dá aula sobre os diferentes problemas no solo - G1

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Pelo 2º ano, Brasil lidera ranking de combate à fome - BBC Brasil

Pelo 2º ano, Brasil lidera ranking de combate à fome

Criança se alimentando
Para a ActionAid, Brasil deveria investir mais na agricultura em pequena escala
O Brasil lidera, pelo segundo ano consecutivo, um ranking da ONG ActionAid que mede o progresso de países em desenvolvimento na luta contra a pobreza.
O novo ranking foi divulgado nesta terça-feira no relatório Who’s Really Fighting Hunger? (Quem realmente está combatendo a pobreza?), em que a ONG analisa os esforços em 28 países para combater o problema.
A ONG considerou o desempenho dos países em categorias como presença de fome, apoio à agricultura em pequenas propriedades e proteção social.
O Brasil é seguido por China e Vietnã. Em último na lista está a República Democrática do Congo.
Pequenas propriedades
Como em 2009, a ActionAid elogia as políticas sociais adotadas pelo governo federal para reduzir a fome no país, destacando os efeitos benéficos de programas como o Bolsa Família e o Fome Zero.
Entretanto, o relatório destaca o pequeno avanço do Brasil, em relação aos demais países emergentes estudados, na adoção de políticas de incentivo à agricultura em pequenas propriedades.
Nesse quesito, o documento coloca o Brasil na 26ª posição entre os 28 analisados, à frente apenas da República Democrática do Congo (27º colocado) e de Guatemala (28º).
“O governo (brasileiro) começou a investir muito mais na agricultura em pequenas propriedades. Entretanto, ainda há um longo caminho para acabar com a fome e reagir às imensas desigualdades históricas que existem entre os pequenos e grandes produtores”, diz o relatório.
“O Brasil tem tido a tendência de concentrar seu investimento em agrobusiness, o que contribuiu para a concentração de terras nas mãos de um pequeno número de pessoas.”
“O governo brasileiro (...) precisa evitar a promoção de biocombustíveis às custas da segurança alimentar, pois a expansão dos biocombustíveis está elevando o preço da terra e transformando plantações em combustível”, diz o texto.
Prejuízo
O relatório da ActionAid também destaca que a fome causa um prejuízo anual de US$ 450 bilhões para os países mais pobres.
Segundo a ONG, dos 28 países emergentes analisados no relatório, apenas oito estão a caminho de conseguir cumprir, no prazo previsto, as metas de desenvolvimento do Milênio da ONU para a redução da fome. As metas preveem que, em relação aos níveis de 1990, os países diminuam pela metade o número de pessoas subnutridas e de crianças que estão abaixo do peso ideal até 2015.
“Lutar contra a fome agora vai custar dez vezes menos do que ignorar o problema. (Por causa da forme), todos os anos, a redução da produtividade dos trabalhadores, os problemas de saúde e a oportunidade perdida de buscar educação resultam num custo de bilhões para os países pobres”, disse a presidente da ActionAid, Joanna Kerr.

domingo, 19 de setembro de 2010

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Riqueza de matérias-primas da América Latina é bênção e não maldição, diz Bird - BBC Brasil

Commodities ajudaram América Latina a se recuperar na crise

A grande dependência dos países latino-americanos da exportação de commodities minerais e agrícolas não é mais uma "maldição" para as economias da região, afirma um estudo divulgado nesta segunda-feira pelo Banco Mundial.



Há 30 anos, a alta dependência das economias latino-americanas da exportação de matérias-primas era vista por economistas como um entrave ao desenvolvimento, já que os produtos possuem baixo valor agregado.



Já as economias mais desenvolvidas exportam mais produtos industrializados do que commodities.



"Muitos dos países que hoje são de alta renda (per capita) também já foram muito dependentes de commodities, mas parecem ter usado essa riqueza como trampolim para o desenvolvimento", diz o relatório.



No entanto o que era visto como uma "maldição", agora pode ser uma "bênção", segundo o relatório Recursos Naturais na América Latina e Caribe: Indo Além das Altas e Baixas, do Banco Mundial.



"A riqueza em recursos naturais da ALC (América Latina e Caribe) pode contribuir para a exploração das oportunidades de crescimento, não só oferecendo aos governos maior espaço fiscal, como também atuando diretamente como importante fonte de expansão", diz o documento.



China



O Banco Mundial afirma que a grande demanda da China por matérias-primas latino-americanas contribuiu para a região se recuperar mais rapidamente da crise econômica global. Em 1990, a China comprava 0,8% das exportações latino-americanas. Em 2008, este percentual subiu para 10%.



O relatório destaca que em 2008 um quinto das exportações de commodities do Brasil teve a China como destino final.



"A rapidez da recuperação na América Latina e sua resistência à crise econômica global podem ser atribuídas, em parte, ao aumento das exportações de commodities da região para as economias emergentes da Ásia", disse o economista-chefe do Banco Mundial para a América Latina e Caribe, Augusto de la Torre, que trabalhou no estudo.



Segundo o Banco Mundial, dos sete países que respondem por cerca de 85% da riqueza da América Latina e do Caribe, seis têm uma parcela substancial de suas receitas proveniente das matérias-primas, que varia de 10% a 49%.



Brasil



Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do Brasil mostram que, entre as décadas de 1960 e 1990, as commodities passaram a ter peso cada vez menor na pauta de exportações brasileiras.



Em 1970, os produtos básicos - como as commodities e alguns poucos produtos não negociados em bolsas, como o minério de ferro - representavam 74,8% do total de exportações brasileiras. Em 2000, o percentual havia caído para 22,8%. Neste ano, o Brasil exportou mais produtos industrializados e semi-industrializados.



No entanto, na última década, a tendência se inverteu e o Brasil voltou a exportar mais commodities. Em 2008, as commodities já formavam 36,9% das exportações brasileiras.



O relatório do Banco Mundial adverte, no entanto, que os países latino-americanos precisam gerenciar com cuidado os recursos gerados pela exportação de commodities, para manter o crescimento sustentável da região.

sábado, 11 de setembro de 2010

Mapa temático - mudança de índices pluviométrico - NG

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geocontexto: Organização do espaço Canadense

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Após reconhecimento da independência de Kosovo, Sérvia pode entrar para a UE - El País


El País
Ricardo M. de Rituerto
Em Bruxelas (Bélgica)
  • Albanesas kosovares comemoram a decisão da Corte Internacional de Justiça da ONU, que reconheceu a independência de Kosovo Albanesas kosovares comemoram a decisão da Corte Internacional de Justiça da ONU, que reconheceu a independência de Kosovo
A difícil decisão da Sérvia de sentar-se para negociar com Kosovo para consolidar "a paz, a segurança e a estabilidade na região" balcânica merece ser recompensada com a negociação para sua futura integração na UE (União Europeia), segundo a opinião informal dos ministros das Relações Exteriores da comunidade. O principal obstáculo agora é a Holanda, cujo Parlamento exige a prévia captura e entrega ao tribunal de Haia do general Ratko Mladic.
A flexibilização de Belgrado, apresentada como uma vitória a toda regra por Pristina, não representa o reconhecimento sérvio da independência de Kosovo, a qual "a Espanha não reconhece nem vai reconhecer", segundo o ministro das Relações Exteriores, Miguel Ángel Moratinos.
Os chefes das 27 diplomacias europeias, presididos por Catherine Ashton, coordenadora dos interesses de todos, estão reunidos durante dois dias em Bruxelas de maneira informal (sem a tomada de decisões compulsórias) para revisar o cenário internacional e discutir o papel que nele deve ter a união: desde repudiar a prometida queima de exemplares do Corão na Flórida até formas eficazes de ajudar o Paquistão a sair do marasmo, passando pelas relações estratégicas com a China ou o que fazer diante da Turquia.
A reunião começou na sexta-feira, pouco depois que a Assembleia Geral da ONU aprovou por aclamação uma resolução euro-sérvia sobre Kosovo que aceita a opinião do Tribunal Internacional de Justiça de Haia do mês de julho sobre a não ilegalidade da declaração de independência de Kosovo, e que propõe que a UE "facilite o processo de diálogo" entre Sérvia e Kosovo. "Esse diálogo deve promover a cooperação, avançar no caminho da UE e melhorar a vida dos cidadãos", segundo a resolução aprovada pela ONU.
"A batalha foi ganha", declarou em Pristina o ministro das Relações Exteriores de Kosovo, Skender Hyseni, com uma brutalidade alheia à diplomacia de veludo da união. "Creio que ambas as partes querem pensar no futuro e acreditamos que esse futuro está na Europa", declarou Ashton, com palavras de tom político que foi repetido pelos ministros. "É uma boa ocasião para enviar à comissão o pedido de ingresso do governo sérvio" na UE, indicou o alemão Guido Westerwelle. "Creio que isso ocorrerá antes do fim do ano", prognosticou o sueco Carl Bildt. Foi em dezembro do ano passado, durante a presidência sueca, que Belgrado apresentou sua solicitação formal de adesão.
Levar a demanda para que seja estudada pela comissão exige a unanimidade dos países membros, entre os quais a Holanda é o principal obstáculo. Capacetes azuis holandeses protegiam Srebrenica quando as tropas sérvias de Ratko Mladic cometeram a chacina de julho de 1995. O ministro holandês, mergulhado nas negociações para formar governo em seu país, não esteve na sexta-feira em Bruxelas. Mas o Parlamento de Haia deve lhe dar autorização e nesta quinta-feira insistiu para que se a Sérvia quer entrar no clube deve fazer esforços verossímeis para capturar e entregar Mladic.
"É absolutamente necessário acelerar a negociação para o ingresso da Sérvia, enfatizou Moratinos. "Não se pode adiar mais. Se alguns tivemos de fazer esforços suplementares para conseguir essa união, todo mundo deve fazer esse esforço." Com "esforços suplementares" Moratinos refere-se a que a Espanha aceitaria que a declaração de independência de Kosovo não foi ilegal, como indica a resolução apresentada na ONU. Mas o ministro deixa bem claro que acatar a sentença do tribunal de Haia não significa reconhecer a independência da província separatista: "A Sérvia não mudou de posição, nem a Espanha mudou de posição. A Espanha não reconhece a independência de Kosovo nem o fará".
Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves

Crescem as preocupações quanto ao suprimento mundial de alimentos - FT


Javier Blas, Courtney Weaver e Simon Mundy
Londres (Reino Unido), Moscou (Rússia) e Johannesburgo (África do Sul)
  • Protestos contra o custo de vida deixam sete mortos na capital de Moçambique Protestos contra o custo de vida deixam sete mortos na capital de Moçambique
A Rússia anunciou ontem (02) uma prorrogação de 12 meses da suspensão das suas exportações de grãos, fazendo com que aumentassem as preocupações relativas a um retorno da escassez de alimentos e das rebeliões de 2007 e 2008 que se espalharam pelos países em desenvolvimento que são dependentes da importação desses produtos.

O anúncio, feito por Vladimir Putin, ocorreu no momento em que a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) solicita uma reunião de emergência para a discussão da escassez de trigo e quando rebeliões em Moçambique provocaram a morte de sete pessoas.

A convulsão social em Maputo, na qual 280 pessoas ficaram feridas, ocorreu após a decisão do governo de aumentar o preço do pão em 30 centavos. A polícia abriu fogo contra os manifestantes quando milhares deles saíram às ruas para protestar contra o aumento, queimando pneus e saqueando armazéns de alimentos.

Embora autoridades e comerciantes do setor agrícolas insistam em dizer que os suprimentos de trigo e outros grãos são maiores agora do que em 2007 e 2008, o governo teme que as violentas rebeliões de Moçambique possam se repetir.
A escassez de alimentos de 2007 e 2008, a mais grave em 30 anos, provocou rebeliões populares em diversos países, desde Bangladesh até o México, e contribuiu para provocar o colapso dos governos do Haiti e de Madagascar.

O anúncio feito pelos russos de que a proibição da exportação de grãos do país, anunciada no mês passado, será prorrogada até o final de dezembro de 2011 fez com que os preços do trigo e de outros cereais disparassem, atingindo o patamar mais alto em quase dois anos.

A FAO declarou que “a preocupação quanto à possibilidade de uma repetição da crise de alimentos de 2007 e 2008” resultou em “uma quantidade enorme” de questionamentos por parte dos países membros. “O objetivo desta reunião é fazer com que os países exportadores e importadores participem das iniciativas para conter o problema”.

A Rússia é tradicionalmente o quarto maior exportador de trigo do mundo, e a proibição das exportações do produto já obrigou os importadores do Oriente Médio e do Norte da África, os principais compradores, a procurar suprimentos na Europa e nos Estados Unidos.

Vladimir Putin afirmou que Moscou “só poderá cogitar a suspensão da proibição das exportações quando a safra do ano que vem for colhida e a Rússia souber com certeza qual é o tamanho do seu estoque de grãos”. Ele acrescentou que a decisão de prorrogar a proibição tem como objetivo “acabar com a ansiedade desnecessária e garantir um ambiente empresarial estável e previsível para os indivíduos e companhias que atuam no mercado”.

“Isso é muito sério”, declarou Abdolreza Abassian, da FAO, em Roma. “Durante dois anos seguidos as exportações russas provocam bastante distúrbio”.

Dan Manternach, economista especializado em comércio de trigo da Doane Agricultural Services, em Saint Louis, acrescentou: “Este é um alerta para as nações importadoras quanto à confiabilidade da Rússia”.

Jakkie Cilliers, diretor do Institute of Security Studies da África do Sul, disse que existe o temor de uma repetição dos protestos de 2008: “Isso certamente fortaleceu um retorno dos militares à política na África”.

Ontem o preço do trigo chegou a 231,50 euros (R$ 512,15) a tonelada, quase alcançando o maior valor em dois anos, registrado no ano passado, que foi de 236 euros (R$ 522,10). O preço do trigo subiu quase 70% desde janeiro último, e os analistas preveem novos aumentos devido à decisão da Rússia e às preocupações quanto à quebra da safra australiana provocada por fatores climáticos.

A internet fecha suas fronteiras - Isto É Dinheiro

Artigo

A internet fecha suas fronteiras

Nº edição: 675 | 10.SET - 21:00 | Atualizado em 10.09 - 22:06

Governos e empresas privadas estão criando muros que ameaçam a liberdade e a universalidade da web

por Ralphe Manzoni Jr.
Em abril de 2009, os fundadores da BitTorrent, mais famosa rede de troca de arquivos da internet, foram sentenciados a passar um ano na cadeia por violação de direitos autorais e a pagar uma multa de US$ 3,59 milhões pela Justiça sueca.
Na época, Peter Sunde, um dos criadores do site, brincou. “Don’t worry – we’re from the internets. It’s going to be alright” (Não se preocupe, somos das internets. Tudo vai ficar o.k.), escreveu. 
 
A mensagem hoje é quase um sinal de clarividência. A internet, que é considerada a rede das redes, está se dividindo em várias fronteiras digitais diferentes, o que ameaça dois de seus princípios fundamentais: a liberdade e a universalidade.
 
As ameaças surgem de três frentes. A primeira é política. A China com o seu “Grande Firewall”, muralha tecnológica que impede os chineses de acessarem alguns sites e que filtra conteúdos considerados impróprios, impõe uma barreira ao livre acesso. 
 
Quando visitei o país, em abril, tentei navegar pelo Twitter, Facebook e YouTube. A resposta que recebia era de sites inexistentes, sem nenhum aviso prévio da censura a esses conteúdos. Para os chineses, eles simplesmente foram riscados do mapa. Outros países como Irã, Cuba, Arábia Saudita e Vietnã também têm algum controle sobre a rede.
 
Mas não são apenas os governos que fecham o cerco à internet. As empresas de telefonia, que operam as redes por onde os dados da internet circulam, ameaçam criar rodovias privilegiadas para aqueles provedores de conteúdos que pagarem por isso. 
 
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Imagine você tentando acessar o site de vídeos YouTube. Para chegar até ele, há dois caminhos. Um congestionado, no qual você demorará horas para atingir o seu destino. E outro livre, sem carros, mas com um pedágio no trajeto. 
 
Essa polêmica, que ganhou o nome de “neutralidade da internet”, é uma ameaça real nos Estados Unidos. O debate não demorará a chegar ao Brasil. Por fim, há as próprias empresas de internet, que estão construindo o que a revista britânica The Economist chamou de “jardins murados”. A Wired, uma das revistas mais influentes sobre cultura digital do mundo, cunhou o termo “economia dos aplicativos” e decretou o fim da web da forma como a conhecemos.
 
Observem o exemplo da Apple. Com o iPhone e o iPad, ela controla severamente o desenvolvimento dos programas que vão rodar em seus aparelhos. Não é mais preciso um browser para navegar pela internet. Tudo está dentro dos jardins de Steve Jobs. Até mesmo a rede social Facebook desenvolveu um programa interno de e-mail para os seus mais de 500 milhões de usuários cadastrados.
 
Em seu primeiro boom, há 15 anos, a internet foi considerada uma rodovia digital capaz de eliminar fronteiras, encurtar distâncias e facilitar e democratizar a transferência de informação e conhecimento. Atualmente, há quase dois bilhões de pessoas acessando a web no mundo, o que significa um em cada três habitantes da Terra. 
 
À medida que foi crescendo em importância, essa versão romântica e utópica da internet foi morrendo. Governos, empresas e companhias telefônicas querem cada vez mais controle sobre ela e estão criando não uma, mas várias internets. A web perde não só sua liberdade, mas, principalmente, o seu caráter universal.

domingo, 5 de setembro de 2010

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Nova erupção de vulcão esvazia povoados na Indonésia - O Globo

Comentários..SURBAKTI - Um vulcão que permaneceu sem atividade durante 400 anos voltou a entrar em erupção nesta sexta-feira na Indonésia, expelindo uma nuvem de fumaça de três quilômetros e provocando a segunda retirada de pessoas de povoados próximos.



A erupção do Monte Sinabung nesta sexta em Sumatra, a terceira que ocorre esta semana, foi três vezes mais forte que a primeira, que aconteceu no domingo passado. Uma segunda erupção ocorreu na segunda-feira.



Cerca de 30 mil pessoas foram retiradas de povoados agrícolas e encheram refúgios em cidades próximas. Alguns tinham começado a voltar aos seus lares, mas foram retirados novamente durante a noite.



Andi Arief, um assessor do presidente Susilo Bambang Yudhoyono e especialista em manejo de emergências, disse que a erupção causou vibrações a oito quilômetros de distância do vulcão.

A Holanda e o aquecimento global - Planeta

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Ambiente costeiro - Tubarões caçam próximos a praia australiana

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